Jogos

Publicado: 07/06/2010 em Contemporaneo em ebulição
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Jogos

Sua presença é uma indução lasciva

Seria a televisão que me conforma

Fosse você a lida real e egocêntrica

E eu, um animal burocrático – ranjo!

Há cruéis, pérfidos arranjos entre

O que sou e como em mim se delimita

Sou a areia e você me torna margem

Não tenho fim e você me prende

Tsunamis lhe saibam e expandam

Antes que canse de me roçar a perna

Com braços em outra ribanceira

Mas não se adiante pela prosa certa

Em que lhe intimo a ser a desconcertante

Janela para o grande do infinito luar

Comentários
  1. Marli Reis disse:

    Cabernet Sauvignon

    *

    Eu passo, o tempo é que não passa…

  2. Erico,

    Vim apreciar os versos de quem escreve poema com dedos de onde se soa música.

    Um abraço.
    .
    .
    .
    Katyuscia

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