Sua presença é uma indução lasciva
Seria a televisão que me conforma
Fosse você a lida real e egocêntrica
E eu, um animal burocrático – ranjo!
Há cruéis, pérfidos arranjos entre
O que sou e como em mim se delimita
Sou a areia e você me torna margem
Não tenho fim e você me prende
Tsunamis lhe saibam e expandam
Antes que canse de me roçar a perna
Com braços em outra ribanceira
Mas não se adiante pela prosa certa
Em que lhe intimo a ser a desconcertante
Janela para o grande do infinito luar






Dicionário Cravo Albin


Cabernet Sauvignon
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Eu passo, o tempo é que não passa…
Erico,
Vim apreciar os versos de quem escreve poema com dedos de onde se soa música.
Um abraço.
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Katyuscia
Katy
Obrigado por sua visita e pelo comentário
Abs
érico